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Um mês se passou desde o lançamento do terceiro capítulo de Song of Horror: A Twisted Trail. Assim que lembramos dos momentos finais do episódio anterior, temos uma noção dos pesadelos que nos esperam em The Last Concert. Ao começarmos a aventura, somos apresentados ao elenco da vez – dependendo de quem sobreviveu aos eventos passados, é claro.

Dessa forma, a adição é o personagem Ernest Finnegan, um ex-arqueólogo e amigo de Sebastian P. Husher, que está em busca de respostas no próprio mosteiro de Santa Cecília. Mas teria Husher sobrevivido?

Esse puzzle…

Beata Maria

Em The Last Concert, penúltimo episódio de Song of Horror, finalmente chegamos ao local de concepção da caixa de música. O monastério abandonado se tornou apenas uma “ossada” vazia do lugar sacro que um dia já fora. Assim que começamos, vemos os personagens buscando uma maneira de entrar no local, o que proporciona uma mecânica interessante em que cada um deles irá começar em uma área diferente.

Igualmente à Sebastian, todos desejam dar um fim à maldição da caixa de música, que envolve todos os envolvidos com o caso. Desta vez, em Song of Horror as coisas estão ainda mais assustadoras e sombrias, remetendo ao clássico Amnesia: The Dark Descent e Layers of Fear. Logo descobrimos que o local está recheado de cadáveres e mais de uma criatura está em nosso encalço dessa vez.

Imagem do review de Song of Horror
Parece que andaram ocupados.

A grande diferença de The Last Concert é a maneira como os personagens iniciam sua investigação. Recentemente rejoguei todos os episódios no hard e acabei perdendo vários personagens. Neste quarto episódio, tinha apenas Daniel, Etienne e Ernest Finnegan e cada um deles começou o nível em um local diferente do anterior. Isso permite que o jogador tenha uma forma de investigar os locais que não viu ainda, caso tenha perdido um dos personagens.

O quarto capítulo de Song of Horror traz de volta uma armadilha vista já anteriormente e que acho incrível, que é a de trazer personagens perdidos de volta ao cenário. Caso interaja com eles, é bom estar preparado para o susto!

Imagem do review de Song of Horror
Suus non meus mendum.

Danse Macabre

Desta vez o jogador deve se preocupar com aquele que acredito ser o Abade do local. Corrompido pela presença sombria que enlouqueceu os monges e os deixou em um frenesi de fúria e assassinato, ele ordenou que os “infectados” fossem trancados em seus dormitórios e que os membros mais importantes do monastério recebessem diferentes chaves que dariam acesso ao local. Não demorou muito para que o mesmo sucumbisse.

Algo que também me pegou de surpresa foi a mecânica de caça aos espíritos chamada de Réquiem. O que não poderia ser diferente, afinal, para quem não sabe, além de ser uma marcha fúnebre, réquiem também é o nome dado às missas que homenageiam os mortos. Logo que o réquiem começa em Song of Horror, o jogador deve usar um espelho de prata e uma lanterna para banir os espíritos que tentam arrastá-lo para o outro lado.

Imagem do review de Song of Horror
Os egípcios acreditavam que o espelho era uma janela para os espíritos.

Esse foi o mais desafiante dos episódios e me divertiu muito. Talvez seja melhor que o terceiro, mas ainda falta o último ensaio para que possamos abaixar as cortinas de vez em Song of Horror. Até lá, vamos ter de esperar o intervalo, pois como diria Dan Cook, a ópera só acaba quando a mulher gorda canta.

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