Marvel’s Wolverine chega cercado por uma expectativa enorme. Afinal, estamos falando de um dos personagens mais conhecidos da Marvel, em uma produção da Insomniac Games, responsável por alguns dos maiores sucessos recentes do universo dos heróis da Sony. E, para completar, estamos diante de uma história original (mesmo que tenha muitas referências nas HQs), construída especificamente para o jogo.

O último jogo solo do Wolverine que joguei foi X-Men Origins: Wolverine, e confesso que guardo boas lembranças daquela experiência, mesmo com todas as suas diferenças em relação ao filme. Por isso, quando Marvel’s Wolverine foi anunciado, fiquei bastante curioso para descobrir o que a Insomniac faria com o personagem.

Um julgamento precoce

Só que, antes mesmo de colocar as mãos no jogo, a internet já havia decidido muita coisa sobre ele. Depois de acompanhar tantas críticas, comecei minha jornada um pouco preocupado. Mas bastaram alguns minutos para perceber que Marvel’s Wolverine tinha características que me prenderiam bastante. A apresentação cinematográfica, as composições dos cenários e, principalmente, a maneira como Logan é apresentado me fizeram querer continuar. E que bom ter dado essa chance.

Justamente por isso, esta análise pode ser um pouco diferente da onda que tomou conta da internet. Marvel’s Wolverine está longe de ser um jogo perfeito. Ele possui problemas que realmente prejudicam a experiência, principalmente quando falamos de exploração, level design e alguns aspectos técnicos. Mas depois de terminar a aventura, também não consigo enxergar Marvel’s Wolverine como esse desastre que algumas opiniões fazem parecer. Ou seja, está muito longe de ser um produto totalmente ruim.

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A história se passa antes da formação dos X-Men, quando Wolverine fez parte da Equipe X, grupo criado por Nathaniel Essex e que também contava com personagens como Mística e Dentes-de-Sabre. Anos depois de abandonar esse passado, Logan acaba novamente envolvido com acontecimentos relacionados aos seus antigos companheiros, enquanto os mutantes começam a desaparecer devido à perseguição de Bolivar Trask e dos Reavers. É a partir daí que Marvel’s Wolverine começa a construir sua própria versão desse universo.

E foi aqui que comecei a pensar em uma coisa durante a campanha: isso é praticamente um grande “What If…?” do universo Marvel. A Insomniac pegou personagens, conceitos e referências que conhecemos das HQs e começou a reorganizar essas peças para contar sua própria versão. Errado não está, afinal, qualquer nova história acaba sendo um pouco de tudo que já vimos.

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Os X-Men não existem da maneira que conhecemos. A Equipe X assume um papel diferente. Personagens conhecidos aparecem em situações que não correspondem necessariamente às suas histórias tradicionais. Walter Langkowski, por exemplo, surge ligado a essa realidade própria, enquanto Shiro também recebe uma nova interpretação. Até a relação entre Logan e Jean Grey é completamente diferente daquela que muitos fãs poderiam esperar. E Nathaniel Essex é bastante diferente do Senhor Sinistro que conhecemos.

Honestamente, eu não vejo necessariamente isso como um problema. A quantidade de versões, linhas temporais, universos e interpretações existentes nas HQs permite que Marvel’s Wolverine faça suas próprias escolhas. Não precisamos olhar para cada personagem e perguntar se ele está exatamente igual ao material original. O multiverso da Marvel está aí, trazendo diferentes interpretações para diversas mídias, não dá mais pra exigir uma única versão de nenhum dos personagens.

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Uma história inspirada em muitas histórias

Vale mais se questionar se essa versão funciona dentro da história que o jogo está contando. E, para mim, funciona. É como se alguém tivesse pegado décadas de histórias do Wolverine e dos X-Men, colocado todos esses personagens e conceitos sobre uma mesa e perguntado: “E se fizéssemos tudo isso de outra maneira?” Por isso, mudanças na Equipe X, nas relações entre os personagens ou na origem de determinados acontecimentos não me incomodaram.

Na verdade, gostei da proposta. Marvel’s Wolverine tenta mostrar um Logan mais humano. Não apenas a máquina de matar com garras de adamantium, mas alguém marcado pelas próprias escolhas, pelos relacionamentos e por tudo aquilo que aconteceu antes. E eu sei que muita gente pode olhar para isso e pensar: “Eu quero é o Wolverine com sangue nos olhos!” Bom… Ele está aqui. A Fúria é uma das principais ferramentas do combate e, quando chegamos ao terceiro nível, a apresentação muda completamente. A tela perde suas cores, deixando o sangue em vermelho, enquanto Logan se torna ainda mais brutal.

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É um daqueles momentos em que o jogo faz questão de lembrar quem estamos controlando. Convenhamos, a raiva de Wolverine funciona ainda melhor quando existe algo humano por trás dela. E sem querer dar spoilers, existem momentos que isso muda até mesmo a sua feição, mudando até a cor dos olhos, deixando ele ainda mais feroz. Então não se resume a cara de mansinho como estão dizendo por aí.

O problema que o jogo apresenta (e isso sim deveria ser o motivo das discussões), são suas muitas ideias interessantes que nem sempre consegue se desenvolver na mesma proporção. A perseguição aos mutantes, a Equipe X, o passado de Logan, Jean e seus relacionamentos possuem potencial para muito mais, mas em determinados momentos temos apenas pequenos vislumbres dessas possibilidades antes de seguir para a próxima situação. Fica aquela sensação de que existe uma história muito maior escondida atrás daquela que conseguimos acompanhar. Quem sabe em algum DLC?

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Marvel’s Wolverine conta com Liam McIntyre dando voz e vida ao protagonista, e seu trabalho ajuda bastante a construir esse Logan mais humano e, ao mesmo tempo, extremamente agressivo quando necessário. Tudo fica ainda melhor com a localização, a dublagem brasileira merece destaque. O humor, as gírias e algumas expressões funcionam muito bem em português e ajudam a dar personalidade aos personagens. Existem momentos em que consegue deixar determinadas situações ainda mais divertidas.

Quem dera que, nesse mesmo cuidado com a localização, pudéssemos finalmente ver também alguns nomes adaptados para o português, né? Personagens como Sabretooth e Mystique continuam sendo apresentados em inglês, criando uma inconsistência em uma dublagem que, no restante, é bastante caprichada.

Garras, sangue e muita pancadaria

Se existe uma coisa que Marvel’s Wolverine sabe fazer muito bem, é colocar Wolverine para sair na porrada. O combate é rápido, brutal e bastante visceral. Logan não fica simplesmente parado esperando o inimigo atacar. Ele se movimenta, pula, desliza, utiliza as garras, chuta, desfere sequências de golpes e pode realizar ataques especiais extremamente violentos.

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E quando conseguimos encaixar uma sequência de ataques, esquivas, defesas e finalizações, a sensação é muito boa. De verdade, é viciante! A Insomniac conseguiu criar um Wolverine ágil, agressivo e, principalmente, divertido de controlar. Fica aquela vontade de encontrar mais hordas de inimigos durante a campanha. Sim, eu sei que provavelmente ficaria repetitivo. Mas, sinceramente? Eu estava me divertindo tanto que queria mais.

Marvel’s Wolverine é visceral

O sistema de Fúria também ajuda a dar personalidade aos combates. Conforme acumulamos Fúria, Logan fica cada vez mais perigoso. No segundo nível existe a possibilidade de usá-la para se recuperar quando Logan for derrubado, enquanto o terceiro nível transforma o personagem em uma verdadeira máquina de destruição.

É simples de entender, mas funciona. E não pense que basta sair apertando todos os botões. Dependendo do inimigo, precisamos coordenar diferentes abordagens para conseguir abrir espaço e atordoá-los. Alguns adversários possuem armas ou defesas que exigem um pouco mais de atenção, e os confrontos contra grandes grupos de inimigos conseguem colocar essa combinação de habilidades à prova.

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O problema é que, depois de algumas horas, começamos a perceber que os combates não evoluem tanto quanto poderiam. Os inimigos mudam, novas habilidades são liberadas e temos diferentes finalizações, mas a estrutura das batalhas permanece bastante familiar praticamente durante toda a campanha.

Fora das lutas é que Marvel’s Wolverine começa a ter alguns problemas maiores. De antemão aviso que gosto de jogos lineares, muitas vezes prefiro uma boa aventura linear a um enorme mundo aberto cheio de atividades colocadas apenas para preencher mapa. O problema é quando a linearidade começa a limitar demais a maneira como exploramos o cenário e aqui a maior parte das fases é bastante direcionadas.

Em diversos momentos podemos praticamente seguir em linha reta. Logan só consegue escalar determinados locais, que possuem indicadores bastante claros sobre onde devemos ir e, em algumas situações, o próprio personagem comenta que não pode continuar por determinado caminho, praticamente nos mandando olhar para o lado correto.

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Com grandes poderes, grandes consequências

E então temos os Sentidos Aguçados, habilidade que combina perfeitamente com o personagem. Logan consegue identificar rastros, pessoas, objetos, bebidas e diferentes elementos do cenário. Isso parece uma habilidade incrível mas na prática, é um tormento, pois começa a funcionar quase como uma ajuda inconveniente. Em vez de observar o cenário, procurar uma passagem ou descobrir por conta própria onde está determinado objetivo, os sentidos entregam praticamente tudo que precisa ser feito.

Vale dizer que isso também afeta a maioria dos colecionáveis. As garrafas de uísque, por exemplo, estão espalhadas pelo jogo e fazem parte das memórias e adaptações de Logan. É até engraçado imaginar o ‘Vôverine’ seguindo o cheiro de bebida por aí. Mas, novamente, encontrar essas coisas acaba sendo fácil demais quando o próprio jogo praticamente aponta o caminho dos segredos.

Marvel’s Wolverine parece ter medo de deixar o jogador se perder, quando, na verdade, deveria usar isso para dar respiro em meio às lutas, para trazer dinamismo, puzzles. Em vez disso, até mesmo alguns pensamentos ou diálogos de Logan acabam funcionando como pequenas instruções sobre aquilo que precisamos fazer. É uma escolha que torna a experiência extremamente acessível, mas também reduz aquela sensação gostosa de descobrir alguma coisa sozinho.

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E isso aparece também nos momentos de puzzle. Sim, eles existem. O problema é que eles são poucos e, em geral, bastante simples. Muitas vezes estamos apenas destruindo algum dispositivo que bloqueia o caminho, ativando mecanismos ou encontrando uma maneira de liberar determinada passagem. Para um jogo tão focado em apresentação linear, eu gostaria de ter visto mais momentos em que o jogador precisasse realmente parar, observar e pensar, algo que Resonance: A Plague Tale Legacy fez muito bem.

Adentrando nas memórias de Logan

E já que estamos falando de exploração, precisamos falar das portas de pesadelos, elas levam Logan para sua cabana em uma espécie de sonho, onde encontramos desafios diferentes, como corridas, combates, sequências de golpes e hordas de inimigos. São atividades até que divertidas e ajudam a quebrar o ritmo da campanha, além de oferecerem recompensas e elementos ligados às memórias e melhorias de Logan.

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Eu gostei bastante da ideia. Porém, até para encontrar essas portas pode ser simples demais. Não existe necessariamente um problema em facilitar a vida do jogador. Mas quando praticamente tudo ao redor está tentando nos mostrar onde devemos ir, a sensação de descoberta vai embora. E isso é uma pena, porque existem boas ideias escondidas nesses pequenos desafios.

Apesar dessas críticas, não dá para negar o trabalho visual feito pela Insomniac. Marvel’s Wolverine é incrível. Os cenários possuem uma direção artística bastante marcante e existem momentos em que simplesmente paramos para observar uma composição. Entretanto existem algumas repetições de elementos, principalmente em determinados ambientes. Livros, plantas e objetos podem aparecer de maneira muito repetitiva em diferentes áreas, e isso tira um pouco daquela sensação de estar diante de um mundo totalmente único. Não chega a destruir a experiência, mas é justamente o tipo de detalhe que, com um pouco mais de polimento, poderia ter sido melhor trabalhado.

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E então o jogo começa a jogar suas sequências de ação na nossa cara. Explosões, perseguições, saltos, aviões, motocicletas (que apesar das críticas, é bem legal!). Em alguns momentos, Marvel’s Wolverine lembra as ações desenfreadas de Uncharted ou Tomb Raider. É gostoso demais! É aquele tipo de espetáculo que funciona muito bem quando você simplesmente aceita sentar, segurar o controle e acompanhar a loucura.

Parceiros de combate

Outra coisa que gostei foi a maneira como o jogo utiliza os personagens que acompanham Logan. Jean, Dentes-de-sabre e Mística possuem maneiras diferentes de interagir durante os combates. Jean consegue paralisar inimigos, O grandão rabugento pode agarrar e arremessar adversários mesmo aqueles em que o Wolverine está descendo o cacete, já a Mística utiliza suas transformações para confundir soldados.

É uma forma interessante de fazer com que esses personagens participem diretamente da ação, em vez de simplesmente aparecerem durante as cenas. E existem momentos que são simplesmente engraçados como ver a Mística se transformar em um Wolverine da Shoppe só para zoá-lo.

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Outro detalhe que vale mencionar é a trilha sonora, que exerce um papel importante na construção dessa versão de Wolverine. Composta por David Fleming, ela foge daquela identidade grandiosa normalmente associada aos super-heróis e busca algo relacionado ao Logan. A música orquestral e eletrônica se misturam da mesma forma que as diferentes faces do personagem: o andarilho solitário, o homem atormentado por seu passado e, inevitavelmente, a fera que explode quando entra em fúria. Tudo completa uma composição que é, sem dúvidas, um colírio para os ouvidos, tornando o jogo realmente uma aventura ‘marveristica’.

Há uma árvore de habilidades que permite desbloquear novos movimentos, combos, melhorias de vida, Fúria e defesa. Também existem diferentes adaptações que ajudam a personalizar algumas características de Logan. É um sistema funcional, mas não espere uma profundidade absurda. A evolução está muito mais ligada a ampliar aquilo que já fazemos durante o combate do que transformar completamente a maneira como jogamos.

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E isso volta ao problema da repetição. Os inimigos possuem algumas variações interessantes e as batalhas conseguem exigir diferentes respostas, mas determinados confrontos e finalizações começam a se repetir. Por outro lado, quando enfrentamos inimigos mais fortes ou grandes grupos, o combate consegue recuperar aquela sensação de desafio que faz você prestar atenção novamente. É um equilíbrio curioso que tenta fazer tudo funcionar de maneira cinematográfica. Felizmente, na maior parte do tempo, realmente funciona.

Um mundo que precisa de polimento

Ainda temos, o que talvez seja a parte mais estranha de toda essa experiência. Estamos falando de um jogo da Insomniac. E alguns problemas técnicos chamam bastante atenção. Logan pode ficar preso em determinados objetos, atravessar elementos do cenário ou simplesmente parecer não respeitar algumas colisões. Em determinados momentos, também é possível vê-lo caminhando por áreas em que claramente deveria existir algum tipo de interação ou bloqueio.

E existem ainda alguns problemas envolvendo os polêmicos Quick Time Events. Em determinadas sequências, alguns comandos simplesmente não eram registrados corretamente. O curioso é que, mesmo sem resposta aos comandos, a sequência continuava normalmente. Não acontece em todos os QTEs, mas é uma inconsistência estranha, principalmente porque estamos falando de momentos nos quais a intenção é fazer o jogador sentir que está participando daquela cena.

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São problemas que já estão sendo corrigidos com atualizações, e espero sinceramente que o suporte seja continuo. Porque é justamente o tipo de coisa que não deveria estar chamando tanta atenção em um jogo desse porte e infelizmente, gerou motivos para a tamanha discussão no tribunal da internet.

Depois de tudo, fica a pergunta de um milhão: Então, Marvel’s Wolverine é ruim? A resposta é não. Mesmo sendo difícil de explicar, depois de acompanhar tantas críticas e ver que o jogo possui problemas reais como seu level design que poderia oferecer mais liberdade e a história apresentando ideias interessantes que nem sempre são aprofundadas. Tudo isso é verdade.

Mas também é verdade que eu me diverti muito jogando. O jogo não revoluciona o gênero, nem tenta reinventar a fórmula de ação. Ele simplesmente coloca o jogador na pele de Wolverine e entrega uma aventura direta e cheia de pancadaria. E é isso. Nesse aspecto, ele funciona excelentemente bem. O maior problema talvez seja justamente a expectativa criada em torno de uma produção desse tamanho.

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Quando esperamos uma experiência capaz de superar tudo aquilo que já vimos, qualquer limitação começa a parecer muito maior. Mas também há uma onda de críticas que não faz muito sentido se considerarmos o MCU. De qualquer forma, não dá para transformar esses problemas em uma sentença de que Marvel’s Wolverine seja um jogo ruim, porque existe diversão demais aqui para simplesmente ignorar.

Felizmente já estamos vendo atualizações corrigindo esses problemas técnicos e agora resta torcer para, quem sabe, a experiência fique mais redondinha e haja novos conteúdos no futuro. Porque existe potencial aqui. No fim, a melhor maneira de jogar é justamente essa: com os pés no chão e deixando a internet do lado de fora. Afinal, o que realmente importa é se você está se divertindo. E eu não vou mentir, me diverti muito!

78 %


Prós:

🔺O combate é visceral, rápido e extremamente divertido
🔺Tem excelente apresentação cinematográfica
🔺É uma ótima interpretação de Wolverine
🔺A dublagem brasileira manda muito bem
🔺A trilha sonora de David Fleming é ótima
🔺Acaba sendo um grande “What If…?”
🔺Está abarrotado de sequências de ação empolgantes

Contras:

🔻A exploração é excessivamente guiada
🔻Tem poucos puzzles e são pouco desafiadores
🔻Os combates podem se tornar repetitivos
🔻Falta profundidade na história apresentada
🔻Acontecem problemas técnicos e de colisão
🔻Alguns QTEs são inconsistentes

Ficha Técnica:

Lançamento: 15/09/2026
Desenvolvedora: Insomniac Games
Distribuidora: Sony Interactive Entertainment
Plataformas: PS5

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