Connect with us

Reviews

Review – Super Bomberman R 2

Juntando todos os aspectos positivos da franquia, Super Bomberman R 2 se torna a experiência definitiva nessa geração

Publicado

em

Super Bomberman R 2

Caros leitores, vou ser muito honesto com vocês neste primeiro parágrafo: a partir do momento que finalizei o download de Super Bomberman R 2 em meu PlayStation 5, iniciei o título e a música começou a tocar, fui transportado quase que instantaneamente para o ano de 1998 onde jogava o primeiro SB de Super Nintendo com meu irmão. E a sua experiência só me fez ter certeza que este espírito foi mantido.

Esta nova aventura serve para integrar tudo o que foi produzido desde 2017 até aqui em um jogo só, com a adição de novas modalidades e uma repaginada gráfica para estabelecer uma versão definitiva dos personagens nesta geração de consoles. Se muitos aguardam pelo triunfante retorno da Konami em “Metal Gear Solid”, “Yu-Gi-Oh!” ou um futuro “Castlevania”, estão perdendo a grandiosidade sendo produzida agora.

Você pode me perguntar qual é a graça atual da franquia ou o que ela pode ainda acrescentar ao que temos nos videogames e a resposta para essa questão não tinha como ser mais básica do que a simples e pura diversão. Afinal de contas, precisamos de mais do que isso para aproveitar os jogos e videogames em pleno ano de 2023?

A explosão que é Super Bomberman R 2

A experiência que a Konami traz em Super Bomberman R 2, como afirmei acima, é de uma edição completa de tudo o que foi desenvolvido para a franquia nos últimos anos. Se em 2017 tivemos o primeiro capítulo dessa história no Nintendo Switch – qual acabou portado para os demais videogames no futuro – e depois até um battle royale inspirado nele, hoje temos história, batalhas e até mesmo um multiplayer online de qualidade em um título só. E isso não é pouca coisa, nem passa perto.

Sua história é uma sequência direta dos eventos vistos em seu antecessor, contando inclusive com a participação de alguns chefões que você enfrentou na trama passada. Isso já é um grande ponto positivo, pois além de não ignorarem seus elementos, trazem ainda mais humor para as piadas àqueles que experimentaram o game no passado. A personalidade que cada um deles tem também dá um carisma a mais, dando um gás para os fãs se aventurarem um pouco pela história.

Não importa em qual modo, vença a qualquer custo

Mas quem nós queremos enganar, não é mesmo? O verdadeiro charme da franquia está nas batalhas offline com os amigos ou no modo online. Confesso que reunir a galera e mandar pessoas queridas pelos ares com minhas bombas em Super Bomberman R 2 é algo que dificilmente poderia ser substituído por qualquer outra franquia. Principalmente quando envolve tantos elementos bacanas que temos em mãos nesta nova aventura.

Fases mais elaboradas, uma personalização que vai além do que vimos no anterior e até mesmo os recursos visuais novos chamam a atenção e impactam os jogadores que ousarem disputar algumas partidas. E dito isso, tome muito cuidado: como um vício, dar o play em uma delas e começar a vencer é a porta de entrada para um ciclo sem fim de disputas, bombas e várias outras risadas ou gritos frustrados.

Super Bomberman R 2
Começar uma partida sempre te levará para mais outra…

Novidades para a franquia

Se tudo que eu disse acima já era de seu conhecimento e você busca inovação em Super Bomberman R 2, então vamos falar do “Modo Castelo”. Nele temos uma enorme fase, repleta de defesas e armadilhas prontas para te derrubar enquanto você tenta alcançar os baús de tesouro que estão sendo protegidos por outros jogadores ou até pela máquina. Meus amigos, isso é ouro puro.

Não há palavras para descrever o quanto eu gostei de tentar invadir e até mesmo defender as áreas conforme explorava os modos. Ele é ágil, não é punitivo nem para aqueles mais desatentos e a recompensa pode ser alcançada por mais de um jogador – no geral. Se alguém vencer, não significa que você perdeu e isso dá um tempero ainda maior para se manter alerta na disputa e no tempo do relógio que apita em tela.

O “Modo Castelo” será outro vício novo na franquia

Junto a ele, Super Bomberman R 2 também introduz um sistema onde você pode construir estes cenários da forma como preferir – com a possibilidade de realizar o download e upload de fases criadas por outros usuários também. Sabe Super Mario Maker? É basicamente isso, mas com bombas e diversos blocos em seu caminho.

Ouso dizer que a Konami acertou em cheio nessa, principalmente pelo uso de tags para encontrar algumas apropriadas ao seu nível ou intenções. Quer uma mais simples para jogar com amigos que não estão muito habituados assim? Dá, tranquilamente. Assim como também pode encontrar algumas bem cabeludas, prontas para causar traumas em quem acha que pode explodir tudo que está entre ela e a vitória.

Super Bomberman R 2
Crie sua própria fase, compartilhe e baixa outras

Movendo céu e terra no online

Apesar da grande diversão em Super Bomberman R 2 ser relacionada a enfrentar seus amigos no sofá de casa, o modo multiplayer online também não faz por menos. E ele retoma o battle royale com todo o seu estilo e recursos, aproveitando para inserir 64 pessoas simultaneamente em cenários e deixando que o melhor sobreviva em seu fim.

Admito que raramente me divirto com jogos com este viés, mas neste caso foi exatamente o contrário. Quanto mais explodia e vencia desconhecidos, obtendo mais poder de fogo para enfrentar os próximos, mais vontade me dava de me manter ali e continuar conquistando espaço. As moedas e brindes vindos aos campeões também são melhores, o que incentiva ainda mais para quem deseja personalizar suas figuras.

Explodir, ganhar moedas, comprar skins, repetir o ciclo

Falando nisso, personalização é uma das palavras-chaves que temos dentro de Super Bomberman R 2. Com ainda mais opções que o seu antecessor, dificilmente veremos dois personagens idênticos na mesma tela – ainda que sejam da mesma cor. Não dei tanta atenção para a compra de itens, me limitando a algumas roupinhas e também bombas com ícones e efeitos diferentes e mesmo assim elas me encantaram demais.

O que é diferente da presença de diversos personagens disponíveis para a aquisição. Com habilidades distintas e homenageando diversas franquias famosas como Silent Hill, Castlevania e até MGS, também temos lá alguns crossovers espetaculares como a presença de “Bean Bomber” de Fall Guys. Ele está gratuito, inclusive.

Super Bomberman R 2
Há homenagem a diversas franquias, até Fall Guys

Bombas pela arena

Dei um grande rodeio neste review de Super Bomberman R 2 para lhes dizer que, sendo bem honesto, encontrei pouquíssimos pontos negativos – quais, inclusive, não atrapalharam de forma alguma a minha experiência com o novo jogo. A principal delas é o texto colossalmente grande em tela, qual nem cabe todo na interface e dificilmente as pessoas compreenderão logo de cara o que é cada opção.

Obviamente que, depois de acostumar com todo o sistema, isso se torna irrelevante. Porém, eu mesmo tive de apertar em alguns lugares de forma errada para saber do que se tratavam para depois entender como funcionava a estrutura. Quando pedi para outra pessoa fazê-la, ela teve a mesma dificuldade e notei que realmente era uma falha que incomodava – qual pode ser aprimorada com atualizações futuras, lógico.

Os Louies retornam nesta nova aventura

Já a trilha-sonora, gráficos renovados e até o retorno dos Louies para as arenas de Super Bomberman R 2 ressaltam os pontos mais altos da franquia e continuam encantando o público. Pode não ser aquele tipo de jogo que você jogará por horas e um fim de semana inteiro. Porém, com certeza será daqueles que manterá na memória do seu console sem apagar – pronto para disputar umas partidas de vez em quando.

Ele me deu a mesma sensação que tive ao jogar Mario Kart 8 Deluxe no Nintendo Switch, lá em seu lançamento. De que um título pode evoluir graficamente e chegar no ápice da tecnologia sem perder a sua essência e continuar divertindo as pessoas, como faziam em um passado distante. Seja nos modos conhecidos ou nos inéditos deste novo capítulo, você encontrará bons momentos e manterá esta franquia no seu coração.

Prós

  • Pega tudo o que deu certo na franquia e traz de volta
  • Os Louies também retornaram
  • Modo Castelo é um dos grandes acertos
  • Personalização de personagens e fases é ampla
  • Divertido, como sempre deveria ter sido

Contras

Nintendo

Review – Born of Bread

Encarne um protagonista feito de pão e salve o mundo das garras do caos

Publicado

em

Já houve uma época em que a internet surtou com um jogo em que controlávamos um pão de forma, então acredito que Born of Bread tem potencial de sobra para se tornar um dos títulos favoritos do ano para os amantes de pães. O indie da WildArts Studio tem fortes inspirações em Paper Mario, tanto no visual quanto no gameplay, mas consegue ser autêntico o suficiente para ganhar nossa simpatia de imediato.

Misturando elementos de aventura com RPG, Born of Bread nos coloca em uma jornada repleta de fantasia, personagens carismáticos e um humor bem leve, daqueles que nos tiram umas risadinhas naturalmente. Não é aquele tipo de jogo que chama a atenção logo de cara, mas quanto mais nos aprofundamos naquele mundinho, mais apaixonante ele se torna.

O pãozinho da profecia

O jogo começa quando um grupo de arqueólogos acaba libertando um mal há muito emprisionado, trazendo de volta à vida diversas criaturas sedentas por caos. Ao mesmo tempo, o padeiro real de um certo reino acidentalmente cria um golem de pão após fazer uma receita mágica, trazendo nosso protagonista Loaf para a história. Após serem derrotados por essas figuras misteriosas, a dupla se vê forçada a partir em uma jornada para salvar seu lar e cumprir uma profecia de milhares de anos.

Até os NPCs conseguem ser carismáticos neste jogo

Apesar das grandes semelhanças com Paper Mario, ainda acho que Born of Bread se assemelha muito mais a Super Mario RPG. A história é repleta de diálogos bobos, mas muito bem-humorados, além de contar com personagens cheios de personalidade. É muito divertido acompanhar as interações entre eles – o que pode até surpreender em determinados momentos, já que o jogo também aborda alguns temas mais adultos nas suas entrelinhas.

O visual é inegavelmente semelhante aos jogos do Mario de papel, trazendo um 2.5D que mistura cenários tridimensionais com personagens 2D. Todos os mapas contam com uma profundidade que nos permite explorar diferentes planos, enquanto seus elementos são 3D. Apenas os seres-vivos desse mundo são “feitos de papel”, o que traz um certo charme para o estilo artístico do jogo.

Todos os cenários conseguem ser um colírio para os olhos!

Jogar Born of Bread é como assistir a uma animação interativa, pois ele tem todos os requisitos necessários para nos cativar rapidamente: cores vivas, elementos desenhados a mão, personagens estereotipados e muita descontração. A trilha musical também não fica atrás, coroando esse conjunto com faixas envolventes e dignas de uma clássica história de jornada do herói.

Tudo no seu tempo

Apesar da franquia Paper Mario também contar com um combate estratégico em turnos, as mecânicas vistas em Born of Bread acabam ficando mais próximas de Super Mario RPG, novamente. As batalhas seguem o padrão clássico dos RPGs de turno, mas com algumas diferenças relevantes que tornam o jogo mais original.

Aqui, todo tipo de ataque ou arma possui um timing diferente. Ao acertarmos esse tempo, o golpe sai mais forte e somos recompensados recuperando alguns pontos de ação. Da mesma forma, é possível acertar um timing para se proteger de um ataque inimigo e coisas do gênero. A diferença é que toda variação de ação ofensiva traz um pequeno minigame diferente, que em sua maioria envolve apertar o botão no momento exato ou macetá-lo até encher uma barrinha de poder.

Cada ataque envolve um tipo de QTE diferente

Essas mudanças na dinâmica dos golpes deixa o combate bem mais envolvente e menos automático. Arrisco até a dizer que essa mecânica é até melhor do que a vista em Super Mario RPG, pois lá o timing consiste mais na base da adivinhação e “tentativa e erro”. Aqui, temos total noção do que é necessário fazer para acertar o tempo, bastando apenas se acostumar aos diferentes minigames e Quick Time Events.

Outra particularidade bem interessante desse combate é a possibilidade de fazer streams das batalhas. Aqui, o jogo simula uma live em que espectadores fictícios começarão a comentar seu desempenho e pedir alguns movimentos específicos. Ao satisfazê-los, podemos ganhar alguns bônus no final do confronto, então acaba sendo uma ideia criativa para tornar as batalhas menos repetitivas e mais instigantes.

A mecânica de livestream nos incentiva a testar coisas novas em combate

As habilidades que desbloqueamos em combate também nos serão úteis durante a exploração, pois existem diversos caminhos e áreas que estarão bloqueados de início. Bebendo um pouco da fonte dos metroidvanias, Born of Bread tem sua parcela de backtracking e incentiva os jogadores a revisitar mapas antigos para encontrar itens que ficaram para trás. Nem sempre é recompensador se preocupar com isso, mas é uma boa desculpa para quem quer fazer sua experiência render ainda mais.

Minha única crítica realmente relevante é que o jogo inevitavelmente pode se tornar enjoativo com o tempo, algo que acontece até com Paper Mario, devido à rotina de diálogos, exploração e combate. A campanha não foge muito disso, mas também não falha em nos divertir do início ao fim – ainda que em menor escala mais perto do final. Born of Bread definitivamente é uma das maiores surpresas do ano e mais um título de destaque em meio a um mar de excelentes indies que foram lançados nos últimos meses.

Continue lendo

Nintendo

Review – The King of Fighters XIII: Global Match

A SNK trouxe The King of Fighters XIII: Global Match como uma boa mistura entre arcade e modernidade

Publicado

em

The King of Fighters XIII Global Match

Enquanto Mortal Kombat e Street Fighter continuam buscando o futuro, The King of Fighters XIII pega suas experiências passadas com carinho para trazer novas sensações ao público que sente falta de um bom e velho jogo de luta arcade 2D.

Na versão “Global Match”, a SNK trouxe como novidades o rollback netcode, expandiu os recursos vistos no lobby e ainda introduziu o modo espectador. E mesmo que você não curta o ambiente online e nem queira investir na carreira de pro player para disputar a EVO, ainda vale os bons tempos de fliperama que ele inspira de volta.

Jogo moderno com sensação dos antigos fliperamas

A evolução em The King of Fighters XIII

Para começar, sendo bem honesto com vocês, há muitos anos que meus dedos não ficavam com calo em um jogo de luta. E foi exatamente isso o que ocorreu enquanto testava o novo The King of Fighters XIII: Global Match. A experiência me fez retornar para antes dos anos 2000, quando esse estilo reinava nos consoles e arcades.

É impossível não querer disputar uma partida com cada pessoa que vai te visitar, assim como não vejo a menor chance de escolher um modo que não seja o 3v3 clássico. Há diversas outras opções, como o Time Attack, Survival e até uma galeria para você poder ver todas as artes e filmes disponíveis. Porém, a alegria só vem quando o oponente é derrubado no chão com muito suor.

Quando chega no Perfect a alegria fica completa

O elenco é fantástico, assim como a adaptação do seu gameplay para os consoles mais modernos. Apesar de chegar para o PlayStation 4 e Nintendo Switch, eu testei no PS5 e não tenho nada do que reclamar. Os comandos respondem adequadamente, são muito velozes e recria com exatidão a época onde este tipo de experiência era o que mais importava para uma desenvolvedora.

Não estou reclamando dos capítulos mais recentes da SNK, caros leitores. Só queria deixar claro que The King of Fighters XIII: Global Match é a escolha ideal para quem está buscando um bom jogo arcade e sem um apelo gráfico ultra-realista – priorizando o que temos de melhor nos movimentos dos personagens e no rico elenco.

É preciso saber apanhar também

A luta como você esperava

Eu me aventurei bastante por todos os modos e parece que fui transportado diretamente para a época onde jogava Street Fighter Alpha 3, no meu primeiro PlayStation. A grande diferença é que, além dos recursos inéditos que a nova geração pode proporcionar, também temos um número de lutadores bem maior.

Além dos grupos que podem ser selecionados em The King of Fighters XIII: Global Match, também dá para desbloquear alguns lutadores secretos conforme avança nos outros modos. Sim, você não precisará pagar nem R$1 a mais ou esperar por Passes de Temporada. Está tudo lá, dependendo apenas da sua habilidade.

Ele pode não ser o favorito de todos, como é o caso de KOF ’98, mas consegue reunir todos os aspectos positivos da franquia para trazer um gameplay consistente, gráficos aprimorados, cenários belissimos e até mesmo certos ganchos da história que farão o público desejar finalizar o quanto antes. Caso ele esteja em seu radar, não precisa pensar duas vezes e pode investir sem medo de ser feliz.

Continue lendo

Nintendo

Review – Super Crazy Rhythm Castle

O jogo de ritmo mais caótico que você já conheceu

Publicado

em

Imagine como se Guitar Hero se encontrasse com Overcooked e desse origem ao jogo de ritmo mais caótico que já existiu. Super Crazy Rhythm Castle é exatamente este título e chegou aos consoles no finzinho de 2023 para divertir as festas de fim de ano.

Desenvolvido pela Second Impact Games, o lançamento publicado pela Konami aposta na mistura de gêneros e jogabilidade simples, com muita música e cores, para uma aventura que chega após 10 anos de trabalho.

Super Crazy Rhythm Castle
Junte-se aos heróis mais bizarros nesta aventura caótica

Sem muito sentido para a história, que acaba divertindo pela loucura, nós embarcamos numa aventura por um castelo musical em que o enlouquecido Rei Ferdinand nos espera, pronto para defender sua coroa e acabar com seu dia. Para deter os planos desse maléfico tirano, manter o ritmo dos nossos personagens e salvar diversos NPCs das garras da crueldade, os jogadores precisarão superar os desafios perversos em desafios ritmicos para vencer o Rei no próprio jogo dele.

Realize combos sem perder o Rhythm

Seja jogando sozinho ou com ajuda dos amigos, você utilizará um elenco de personagens malucos em salas com atividades ainda mais insanas para tentar alcançar até três estrelas em cada partida, para avançar até a derradeira batalha contra o malvado Rei. Por mais maluquice que seja, o trabalho da desenvolvedora britânica esbanja carisma e estilo, com muita cor e cuidado ao trabalhar o som e o visual.

Super Crazy Rhythm Castle
Tente entender a atividade proposta em meio ao ritmo e caos

Com mais de 30 faixas para você conhecer e desbloquear, cada música oferece a opção de ser jogada com três ou quatro teclas, de acordo com a dificuldade que você desejar, além de estar dentro de um mundinho próprio. Como assim? Imagine a ambientação criada em Psyconauts, mas para apenas uma sala, com atividades tematizadas e a música para ser jogada.

Isso mesmo! Você pode jogar a música, ao melhor estilo Guitar Hero, ou se preocupar em realizar as atividades e ações que a sala impõe, quase como tentativa de atrapalhar o seu desempenho rítmico. Quando isso acontece na companhia de até outros 03 jogadores, Super Crazy Rhythm Castle é um jogo fácil e divertido, porém contar com um NPC no modo single player tornou-se algo realmente desafiador para conquistar a avaliação máxima de três estrelas.

Caos multitarefa

A diversão neste novo jogo da Konami está além da música e ritmo, pois não sabemos o que vamos encontrar em cada andar do castelo, muito menos no desafio temático proposto. Enfrentar uma berinjela gigante que ataca como DJ, jogar como cachorro para coletar ouro, tentar prever qual tecla apertar num pequeno espaço de tempo, limpar a tela para facilitar o jogo, entre outras atividades que precisarão ser intercaladas, sempre mantendo o ritmo e dando sequência ao combo.

Super Crazy Rhythm Castle
Nada como a calmaria para quem quer apenas um jogo de ritmo

O jogo é relativamente curto, já que você pode ficar rejogando apenas as músicas no Music Lab, porém vai oferecer boas risadas com os absurdos e uma trilha sonora agradável, que consegue mesclar muito bem diversos tipos e gêneros musicais.

Esse detalhe ganha ainda mais destaque pelo trabalho da Konami em misturar os temas de Castlevania e Gradius ao catálogo de músicas disponíveis. No fim, Super Crazy Rhythm Castle ocupa um lugar especial por divertir aquela jogatina despretenciosa, principalmente quando você estiver na companhia dos amigos.

Continue lendo